Em uma conversa, onde duas pessoas têm opiniões diferentes, fica fácil evidenciar o rumo que cada uma toma procurando argumentos capazes de provar que sua opinião é coerente. Nitidamente a gente enxerga uma disputa, uma discussão (pacífica ou não).
Mas e quando em uma discussão, as duas partes compartilham da mesma opinião?
Simples, não há discussão.
Sério? Não há? Será que ninguém é capaz de questionar a si próprio? Quem sabe uma nova visão aparece? Tá, tudo bem, concordamos, mas é isso? Estamos certos e ponto? Um tanto simplista, né?
Acredito que tomar uma posição, que não a sua pessoal, em uma conversa, pode gerar uma série de novas descobertas e o melhor, a gente aprende e exercita a tolerância às divergências de opinião. Concorda?
10/12/2009
06/10/2009
Um, meio pessoal.
Com os relacionamentos anteriores aprendi?
Sempre que via essa pergunta no Orkut, ficava pensando na profundidade da verdade. Me perguntava se alguém tinha, efetivamente, me ensinado alguma coisa e respondia: Hmm... acho que nada, né!?
Hoje, com os relacionamentos anteriores aprendi:
Aprendi a por em prática tudo que eu só ouvia do meu pai;
Aprendi a ser exatamente como eu sou;
Aprendi que não se julga por excessões, mas pela vivência do dia a dia;
Aprendi que ter objetivos é importante, quaisquer que sejam eles;
Aprendi que eu preciso de espaço, e que não é muito espaço;
Aprendi que existe mundos além do meu;
Aprendi que a gente sempre vai precisar de alguém, e que não tem nada de mau nisso;
Aprendi que as pessoas são diferentes, e que cada uma tem a sua verdade, única e real;
Aprendi que eu tenho os meus limites;
Aprendi que, além de tudo isso, existe o outro, com tantas necessidades quanto eu, iguais ou não;
Enfim, eu aprendi que não devo responder o que alguém me ensinou, mas o que eu aprendi fazendo meus próprios juízos. Como por exemplo sobre as teorias do meu pai e a prática da vida.
Bom, pela primeira vez eu consegui responder.
O que você aprendeu com os relacionamentos anteriores?
Sempre que via essa pergunta no Orkut, ficava pensando na profundidade da verdade. Me perguntava se alguém tinha, efetivamente, me ensinado alguma coisa e respondia: Hmm... acho que nada, né!?
Hoje, com os relacionamentos anteriores aprendi:
Aprendi a por em prática tudo que eu só ouvia do meu pai;
Aprendi a ser exatamente como eu sou;
Aprendi que não se julga por excessões, mas pela vivência do dia a dia;
Aprendi que ter objetivos é importante, quaisquer que sejam eles;
Aprendi que eu preciso de espaço, e que não é muito espaço;
Aprendi que existe mundos além do meu;
Aprendi que a gente sempre vai precisar de alguém, e que não tem nada de mau nisso;
Aprendi que as pessoas são diferentes, e que cada uma tem a sua verdade, única e real;
Aprendi que eu tenho os meus limites;
Aprendi que, além de tudo isso, existe o outro, com tantas necessidades quanto eu, iguais ou não;
Enfim, eu aprendi que não devo responder o que alguém me ensinou, mas o que eu aprendi fazendo meus próprios juízos. Como por exemplo sobre as teorias do meu pai e a prática da vida.
Bom, pela primeira vez eu consegui responder.
O que você aprendeu com os relacionamentos anteriores?
16/09/2009
Sob a sutileza
Hoje, ouvi essa música do Skank, Sutilmente.
Perceba o primeiro dos versos que diz: "Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace".
Então, quando vc estiver triste, um abraço e tá tudo resolvido.
Eu sei que é poesia e até concordo que a vida (real e prática) exige um pouco mais romantismo, mas quando eu estiver triste, eu não quero um abraço, quero uma solução. Fingir que as coisas estão bem, nunca resolveu muita coisa, nossos conflitos internos não devem ser enterrados com abraços, presentes, mentiras. Ser sutil, hoje, é ser superficial.
Ou não...
Talvez, o esquema seja mesmo esse, não se preocupar demais com os problemas e as tristezas. Deixar que um abraço, um sorriso ou um beijo seja capaz de deixar tudo bem. Afinal, é isso que realmente importa, demonstrações de carinho das pessoas que gostamos.
De qualquer forma, eu não estou aqui pra responder nada. Externize seus sentimentos e viva uma vida real, verdadeira e SUTIL. Hey, ho! Let´s go!
Perceba o primeiro dos versos que diz: "Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace".
Então, quando vc estiver triste, um abraço e tá tudo resolvido.
Eu sei que é poesia e até concordo que a vida (real e prática) exige um pouco mais romantismo, mas quando eu estiver triste, eu não quero um abraço, quero uma solução. Fingir que as coisas estão bem, nunca resolveu muita coisa, nossos conflitos internos não devem ser enterrados com abraços, presentes, mentiras. Ser sutil, hoje, é ser superficial.
Ou não...
Talvez, o esquema seja mesmo esse, não se preocupar demais com os problemas e as tristezas. Deixar que um abraço, um sorriso ou um beijo seja capaz de deixar tudo bem. Afinal, é isso que realmente importa, demonstrações de carinho das pessoas que gostamos.
De qualquer forma, eu não estou aqui pra responder nada. Externize seus sentimentos e viva uma vida real, verdadeira e SUTIL. Hey, ho! Let´s go!
24/08/2009
Cante na rua!
Hoje eu resolvi voltar da agência caminhando.
Engraçado! A gente vê tantas coisas no caminho:
- Gente estressada por ter tido um dia difícil;
- Gente estressada por ter tido um dia nem tão difícil assim;
- Gente estressada e
- Um cara cantando!
Pô! Um cara cantando! Que legal!
Ele me alegrou, sem nem ter olhado na minha cara. Hahaha.
E olha que eu nem sou da classe das pessoas estressadas e nem tenho dias tão difíceis assim.
Por isso, tô fazendo uma campanha: Cante na rua!
Sem essa história de ficar distribuindo "free hugs" 'a quem vc nem conhece.
Escolha uma música bonita e cante na rua! Só tira proveito disso, quem merece :)
Engraçado! A gente vê tantas coisas no caminho:
- Gente estressada por ter tido um dia difícil;
- Gente estressada por ter tido um dia nem tão difícil assim;
- Gente estressada e
- Um cara cantando!
Pô! Um cara cantando! Que legal!
Ele me alegrou, sem nem ter olhado na minha cara. Hahaha.
E olha que eu nem sou da classe das pessoas estressadas e nem tenho dias tão difíceis assim.
Por isso, tô fazendo uma campanha: Cante na rua!
Sem essa história de ficar distribuindo "free hugs" 'a quem vc nem conhece.
Escolha uma música bonita e cante na rua! Só tira proveito disso, quem merece :)
29/07/2009
Sujeito epistêmico - 5 tópicos sobre o design pelo designer
1. "Em direção de arte, posso dizer que o Design é um caminho cheio de perguntas que devem começar na funcionalidade e terminar na criatividade..." (Régui Nadim). Logo, se devem fazer as perguntas certas, sempre.
2. A definição do design pelo designer traça um paradoxo entre o belo e o fucional, o que quer dizer que a estética não ultrapassa a objetividade do produto (pra que serve?). Além disso, outra das perguntas que não calam: O que é belo? (que entra para a classe de perguntas como: o que é arte? ou por que tudo junto escreve separado e separado estreve tudo junto?)
3. Em uma visão superficial ou, artísticamente falando, em uma visão exterior, o design atende, desregradamente, à regras de equilíbrio e harmonia (o que envolve o peso entre luz, cores e objetos componentes do layout).
4. Outro aspecto é a busca por tendências e referências culturais. Como:
2. A definição do design pelo designer traça um paradoxo entre o belo e o fucional, o que quer dizer que a estética não ultrapassa a objetividade do produto (pra que serve?). Além disso, outra das perguntas que não calam: O que é belo? (que entra para a classe de perguntas como: o que é arte? ou por que tudo junto escreve separado e separado estreve tudo junto?)
3. Em uma visão superficial ou, artísticamente falando, em uma visão exterior, o design atende, desregradamente, à regras de equilíbrio e harmonia (o que envolve o peso entre luz, cores e objetos componentes do layout).
4. Outro aspecto é a busca por tendências e referências culturais. Como:

No exemplo de direção de arte publicitária, as refências passam pela variação profana do barroco: o rococó, para a art nouveau e suas formas orgânicas somada a pop art adornada por cores equilibradas ao extremo.
5. Por fim, o design é um debate entre a realidade e a perfeição. Nessa, cada desenhista opta pelo valor que ele quer agregar ao seu desenho.24/07/2009
22/07/2009
Quando se perde o jogo
(por João Victor Alves)
Cada dia que passa, a vida se confunde com um jogo.
Jogo pelo poder.
Jogo pelo amor.
Jogo pelo dinheiro.
Jogo pela felicidade.
Cada dia que passa, se perde um jogo.
Tem gente que perde na grana e não tá nem aí.
Tem gente que perde poder e também não tá nem aí.
Mas quando se perde um amor.
É como se todo mundo concordasse: Dói!
Talvez mais do que se possa suportar,
mas todo jogo tem regras e essas são as piores.
O chorar, sabendo que não ajuda em nada.
O sentir, que algo que parecia tão sólido,
não passava de uma construção erronia e mentirosa.
Saber que nesse mundo só ganha quem joga.
E o único amor que você pode contar pra sempre
é o daquela velha senhora,
que um dia também sentiu amor e dela você nasceu.
E com você nasceu mais um playoff.
Mais uma vida que vai lutar por poder, amor, dinheiro e felicidade.
Simples assim, aos olhos dos jogadores.
Mas se esfacela a beleza de ser,
a magnífica personalidade humana se perde em objetivos importados,
e o homem, nada sistemático e perfeito,
segue naquela vidinha sem respeito.
Se enquadra a padrões mesmo sabendo que não leva jeito.
Seja la quem você for,
sempre será um perdedor
Porque na era em que eu vivo,
o próprio ser humano reinventou o sentido do amor.
E em mais um jogo ele se transformou.
Sozinho.
É Isso que eu sinto.
Quanto não se tem o amor.
Sobra pouco.
Cada dia que passa, a vida se confunde com um jogo.
Jogo pelo poder.
Jogo pelo amor.
Jogo pelo dinheiro.
Jogo pela felicidade.
Cada dia que passa, se perde um jogo.
Tem gente que perde na grana e não tá nem aí.
Tem gente que perde poder e também não tá nem aí.
Mas quando se perde um amor.
É como se todo mundo concordasse: Dói!
Talvez mais do que se possa suportar,
mas todo jogo tem regras e essas são as piores.
O chorar, sabendo que não ajuda em nada.
O sentir, que algo que parecia tão sólido,
não passava de uma construção erronia e mentirosa.
Saber que nesse mundo só ganha quem joga.
E o único amor que você pode contar pra sempre
é o daquela velha senhora,
que um dia também sentiu amor e dela você nasceu.
E com você nasceu mais um playoff.
Mais uma vida que vai lutar por poder, amor, dinheiro e felicidade.
Simples assim, aos olhos dos jogadores.
Mas se esfacela a beleza de ser,
a magnífica personalidade humana se perde em objetivos importados,
e o homem, nada sistemático e perfeito,
segue naquela vidinha sem respeito.
Se enquadra a padrões mesmo sabendo que não leva jeito.
Seja la quem você for,
sempre será um perdedor
Porque na era em que eu vivo,
o próprio ser humano reinventou o sentido do amor.
E em mais um jogo ele se transformou.
Sozinho.
É Isso que eu sinto.
Quanto não se tem o amor.
Sobra pouco.
07/07/2009
Sem sentido
Era uma vez um par. Um e Outro que viviam juntos.
Toda vez que Um dizia:
Vem comigo!
O Outro respondia, feliz:
Claro que sim!
E assim o parzinho permaneceu.
Um ia na frente, sempre perguntando:
Vamos nessa direção?
Enquanto o Outro, correndo respondia:
Demorô! Vâmo aí!
Muito tempo se passou e o par, intacto.
Um perguntava seguro:
Vamô caí pa dentro?
Outro sempre junto:
Topo, topo, por quê não?
Um e o Outro pareciam manter uma sincronia imutável.
Um:
Vem!
Outro:
Só se for agora!
Um dia, um olhou para o outro e falou:
Vem cá, comigo!
O Outro respondeu:
Não, hoje eu vou pra lá.
Toda vez que Um dizia:
Vem comigo!
O Outro respondia, feliz:
Claro que sim!
E assim o parzinho permaneceu.
Um ia na frente, sempre perguntando:
Vamos nessa direção?
Enquanto o Outro, correndo respondia:
Demorô! Vâmo aí!
Muito tempo se passou e o par, intacto.
Um perguntava seguro:
Vamô caí pa dentro?
Outro sempre junto:
Topo, topo, por quê não?
Um e o Outro pareciam manter uma sincronia imutável.
Um:
Vem!
Outro:
Só se for agora!
Um dia, um olhou para o outro e falou:
Vem cá, comigo!
O Outro respondeu:
Não, hoje eu vou pra lá.
17/06/2009
Twittando
Olha só! Eu pensando q o blog era o meio mais moderno q eu participaria, resolvi saber do @viniciusdalvi sobre o tal Twitter. A surpresa foi ter gostado mto da brincadeira, minha visão sobre isso eu posto futuramente, tô em experiência :)
Sempre achei q eu fosse cabeça-dura em relação a coisas novas, um preconceito rididulamente assumido, resolvi enxergar uma nova verdade (agora eu vejo q as aulas de Mídia e Poder do Professor Dimas, mais do que profissionalmente, amplia sua auto avaliação. Posso dizer q tive uma evolução pessoal.
Conhecimento e experiência, nunca é pouco e nunca é muito.
Sempre achei q eu fosse cabeça-dura em relação a coisas novas, um preconceito rididulamente assumido, resolvi enxergar uma nova verdade (agora eu vejo q as aulas de Mídia e Poder do Professor Dimas, mais do que profissionalmente, amplia sua auto avaliação. Posso dizer q tive uma evolução pessoal.
Conhecimento e experiência, nunca é pouco e nunca é muito.
23/05/2009
Amor de muito
Sobre dualidade já se discutiu bastante, talvez sobre o amor mais ainda. Mas vc está contente com a sua resposta sobre o que é o amor ou vc realmente prefere mentir que acredita na vaga definição de que o amor transcende as palavras?
Vou recaptular algumas lições que aprendi:
1. Só entendemos algo, de fato, quando conseguimos explicá-lo.
2. Usar sempre uma comunicação 'roots'.
3. Ninguém precisa definir ou entender nada, se não quiser.
Alguns comunicadores hão de convir que é na simplicidade e objetividade que eu publico uma informação, assim, facilmente os receptores absorvem a informação e individualmente, realizam suas conclusões.
A introdução foi longa só pra expor dois conceitos:
1. Querer sempre agradar alguém, mesmo que não se sinta confortável consigo mesmo, ou seja, por alguém, que não vc, em primeiro lugar, é amor?
2. Estar ao lado de alguém, sentido-se extremamente confortável para ser vc mesmo, muitas vezes esquecendo dos limites dessa pessoa, é amor?
Quem vc coloca em primeiro lugar numa relação? vc ou o outro? ou será que o conceito de amor faz parte de um dos modelos da sociedade da perfeição? e se é perfeita, como pode criar padrões humanamente inatingíveis? O amor realmente existe ou é um exercício de apego e materialização das pessoas?
Dica 1: Amor líquido de Zygmunt Bauman é uma visão sobre o amor e seu formato moderno e adaptável.
Dica 2: O amor é feio dos Tribalistas é uma poesia "anti-herói", com conceitos livres.
Vou recaptular algumas lições que aprendi:
1. Só entendemos algo, de fato, quando conseguimos explicá-lo.
2. Usar sempre uma comunicação 'roots'.
3. Ninguém precisa definir ou entender nada, se não quiser.
Alguns comunicadores hão de convir que é na simplicidade e objetividade que eu publico uma informação, assim, facilmente os receptores absorvem a informação e individualmente, realizam suas conclusões.
A introdução foi longa só pra expor dois conceitos:
1. Querer sempre agradar alguém, mesmo que não se sinta confortável consigo mesmo, ou seja, por alguém, que não vc, em primeiro lugar, é amor?
2. Estar ao lado de alguém, sentido-se extremamente confortável para ser vc mesmo, muitas vezes esquecendo dos limites dessa pessoa, é amor?
Quem vc coloca em primeiro lugar numa relação? vc ou o outro? ou será que o conceito de amor faz parte de um dos modelos da sociedade da perfeição? e se é perfeita, como pode criar padrões humanamente inatingíveis? O amor realmente existe ou é um exercício de apego e materialização das pessoas?
Dica 1: Amor líquido de Zygmunt Bauman é uma visão sobre o amor e seu formato moderno e adaptável.
Dica 2: O amor é feio dos Tribalistas é uma poesia "anti-herói", com conceitos livres.